sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quarta aula de Braille

 Descrição Luciane em frente ao computador
 Descrição: Alunas fazendo atividades
 Descrição: Alunas fazendo atividades 
  Descrição: Alunas fazendo atividades
 Descrição: Luciane na mesa da sala de aula
 Descrição: Luciane demonstrando alfabraille , aluno sentado ao lado e acompanhando com alfabraille
 Descrição: Alunas com alfabraille
 Descrição: Alunas com alfabraille
 Descrição: Alunas com alfabraille
 Descrição: Alunas com alfabraille
 Descrição: Alunas com alfabraille
Descrição: Alunas com alfabraille 

Descrição: Aluno acompanhando explicaçao com Alfabraille. Luciane ao lado em frente ao computador

  Descrição: Luciane demostrando Braillete a turma
  Descrição: Aluna fazendo atividades
 Descrição: Alunas fazendo atividades 
  Descrição: Alunas fazendo atividades
  Descrição: Aluna fazendo atividades
  Descrição: Aluna fazendo atividades
  Descrição: Alunas fazendo atividades
  Descrição: Alunas fazendo atividades
  Descrição: Aluna fazendo atividades
  Descrição: Aluna fazendo atividades
 Descrição: Aluna fazendo atividades 
  Descrição: Aluna fazendo atividades

Descrição: Aluna sorrindo, fazendo atividade

 Descrição: alunas fazendo atividades
Descrição: Detalhe, prof Luciane de perfil 

 Descrição: Luciane em pé, ao lado de uma aluna.
Descrição: Luciane auxiliando alunas em atividade

Nessa semana, o curso de Braille teve início com um texto de reflexão, cujo conteúdo apresentado chama-nos para repensar o papel social que a leitura e a escrita exercem na vida das pessoas, incluindo Às pessoas com deficiência visual. O fato é, que desde muito cedo, o sistema Braille precisa fazer parte da vida das pessoas, constituindo-se em elemento facilitador para a inclusão. Percebemos o papel da família, da escola e até mesmo de quem convive com um usuário do sistema Braille. Estes devem estar envolvidos no processo de inclusão, percebendo Às necessidades, interagindo através do conhecimento deste código, a fim de que as pessoas com deficiência visual não se sintam extrangeiras dentro do seu próprio lar e entre o círculo de convivência.
Sugeri uma leitura compartilhada do texto "Um Puxão de Orelhas", conduzida por todos os cursistas presentes de forma oral e em seguida, uma discussão sobre esse tema.
Após esse primeiro momento, utilizamos o alfabraille para os primeiros aprendizados. acompanhando um material impresso as cursistas conheceram as partes de uma "cela" Braille. Fizemos atividades envolvendo acréscimo e remoção de pontos com destaque para a percepção tátil dos pontos preenchidos e vazios dentro de determinado arranjo. Também exercitaram atividades para elaboração de esquemas mentais e imagéticos envolvendo a simbologia e a construção das letras da primeira série de sinais.
Do alfabraille partimos para o braillete, material confeccionado em madeira contendo 3 linhas com 10 "celas" Braille a partir de círculos vazados, onde encaixamos pinos para formar letras e representar os sinais Braille. Com o uso desse material e uma apostila impressa, fizemos um estudo das séries de sinais. Partimos do princípio de que a primeira série funciona como a matriz para a construção das demais letras, cujo arranjo é feito a partir do acréscimo de pontos. Com isso, demonstrei a primeira e a segunda série de sinais.
Finalizamos a aula com três atividades impressas explorando a primeira série de sinais, o que inclui as letras "a", "b", "c", "d", "e", "f", "g", "h", "i", e "j". Para a atividade 1, as cursistas deveriam transcrever as palavras apresentadas por meio da fonte Braille. Tiveram como modelo um quadro contendo o alfabeto em Braille e sua representação em tinta. Nesse momento introduzi os conceitos sobre a transcrição, que deveria seguir o padrão da letra cursiva, sempre escrita acima da palavra em Braille, ser contínua e não ter o caráter de correção. O transcritor deve reproduzir fielmente o que está representado pelo código Braille e para isso algumas "pegadinhas" propositais apareceram nas atividades.
Para a segunda atividade, apresentei algumas palavras e solicitei que fossem ordenadas alfabeticamente. Já para a terceira atividade, explorei as letras espelhadas, o que chamamos de reversibilidade.
Para as cursistas foi um momento de uma  segunda alfabetização, em que tentavam encontrar o significado das palavras a partir das letras e sílabas. Terminaram a aula lendo!
Neste encontro recebemos a visita do amigo "Tom", pessoa com deficiência visual. Ele também participou do debate com o seu depoimento e apesar de ainda não conhecer o código Braille, passou a interagir conosco. Realizou todas as atividades, aproveitando as novas experiências, e por meio do alfabraille e do Braillete, seguiu as instruções fornecidas por mim no decorrer da aula. Ao final, já conseguia escrever palavras no braillete utilizando pinos metálicos conforme a estrutura das letras em Braille.
Até a próxima!
Luciane Molina

3 comentários:

  1. Que orgulho da minha "fessora", revisora, roteirista, a que tem toda paciencia do mundo para ouvir e ensinar, minha grande amiga de uma infância mais que especial...la do parquinho...te admiro demais Luuu!

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  2. Bom dia! Eataca lendo e amei tudo! Gostei do Braillete. Como faço pra adquirir? Qual o valor? Grata

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  3. Bom dia! Eataca lendo e amei tudo! Gostei do Braillete. Como faço pra adquirir? Qual o valor? Grata

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