quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Aulas de Braille em Cruzeiro: da 16 a 19

O Curso Grafia Braille em Cruzeiro teve continuidade com as aulas 16,
17, 18 e 19, realizadas, respectivamente, nos dias 28 de setembro, 05,
19 e 26 de outubro.

Todas as aquisições referentes às técnicas de produção de textos e à
simbologia literal foram apresentadas, sendo assim, a etapa final
consistiu no treino mais intensificado e atividades que remetam a
escrita independente sem o uso dos modelos das letras. foram realizadas,
então, atividades de escrita de poesia conforme as regras vigentes para
a transcrição de versos e estrofes em Braille e, também, a criação de
frases por meio da escrita independente, ou seja, sem o rascunho em
tinta, de modo que a frase seja elaborada e registrada imediatamente em
Braille.

Além disso, os cursistas conheceram o recurso da audiodescrição, com um
momento reservado para assistirem algumas matérias, obras audiodescritas
e a participação em uma dinâmica sobre a AD no ambiente escolar.

Por último, tiveram a oportunidade de conhecerem diferentes modelos de
máquinas Braille, seu funcionamento e a produção da escrita por meio
mecânico, em que cada cursista criou e escreveu seu próprio texto.

As aulas continuam até dezembro, em breve teremos novas atualizações.
Até lá!

Aulas de Tremembé 17 e 18: continuação

O Curso Grafia Braille em Tremembé teve continuidade com as aulas 17 e
18 realizadas, respectivamente, nos dias 30 de setembro e 1 de novembro.

Durante todo o curso sempre chamei a atenção para as etapas que envolvem
o aprendizado do Braille e a transcrição de um texto em tinta para um
texto em Braille faz parte desse processo e, também, esta foi uma das
atividades sugeridas em aula, já que existe a necessidade de uma revisão
e de uma adaptação criteriosa para que o texto se torne legível.

A atividade consistiu na escrita em Braille de uma Fábula que,
posteriormente, deveria ser transcrita em tinta por outro colega. A
atividade foi cumprida satisfatoriamente por toda a turma.

Já na aula 18, a atividade consistiu na escrita de texto através da
máquina Braille. apresentei vários modelos de máquinas Braille, o
mecanismo de funcionamento e a forma pela qual produzimos a escrita
mecânica.

As aulas terão continuidade até o mês de dezembro. Até a próxima...

Caravana da Inclusão em Lorena

Lorena recebeu sexta-feira, 18 de outubro, , a 4ª Caravana da
Inclusão, Acessibilidade e Cidadania. O projeto busca atrair
representantes da sociedade para um olhar mais crítico sobre a vida das
pessoas com deficiência, estimulando maior conscientização.
A Caravana da Inclusão é realizada pela secretaria de Estado dos
Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a União dos
Vereadores do Estado de São Paulo.

IV Prêmio Ações Inclusivas: concorrendo novamente!!!

IV Prêmio Ações Inclusivas. O município de Tremembé, através do Curso
Grafia Braille - "Semeando Leitores e Escritores Competentes" está entre
os 30 projetos finalistas selecionados e recebeu, hoje (17) a visita
técnica da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
(SedPCD).

Estamos na torcida!!

***
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SedPCD)
de São Paulo realiza, pelo quarto ano consecutivo, o Prêmio Ações
Inclusivas para as Pessoas com Deficiência.

Tem por objetivo conhecer os programas, projetos e ações presentes nos
municípios do estado de São Paulo, em prol da pessoa com deficiência e a
disseminação de iniciativas inclusivas, estimulando novas implementações
para esse público, que soma mais de 9 milhões no estado.

Das práticas inscritas, foram selecionadas 30 finalistas para receber
a visita dos técnicos da SedPCD. O projeto Curso Grafia Braille -
"Semeando Leitores e escritores competentes", com aulas ministradas pela
profª Luciane Molina, que acontece em Tremembé desde março desse ano,
foi um dos selecionados.

Nessa quinta-feira (17) recebemos a visita técnica da Ana Lúcia
Segamarchi e da Fernanda Levy Picchetto, ambas da SedPCD. Durante o
encontro, com a presença da coordenadora de educação Especial de
Tremembé, Daniela Renó, contamos como as aulas do curso de formação de
professores acontecem, qual a metodologia utilizada e o material
didático elaborado. Apresentamos também os recursos disponíveis para
trabalhar com os alunos cegos da rede e percorremos 3 salas de recursos
a fim de conhecer de perto a realidade e coletar depoimento das
professoras com relação ao curso e os resultados práticos com os alunos
atendidos, pois esta formação em Grafia Braille é uma iniciativa inédida
para o município.

No dia 12 de dezembro serão anunciadas as 10 ações premiadas, durante
um evento que acontece na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da
Pessoa com Deficiência.

Continuamos na torcida!!!

Homenagem que Recebi no Portal G1 no dia dos Professores

15/10/2013 06h15 - Atualizado em 15/10/2013 07h49

'Escrevi a primeira carta em 15 anos graças a professora', diz internauta

Luciane capacita docentes que ensinam deficientes visuais, como Janete.
Veja essa e outras histórias de pessoas que transformam a vida escolar.

Internautas pelo Brasil

Com o objetivo de conhecer histórias de professores que fazem a
diferença no ambiente escolar e de homenageá-los neste 15 de outubro,
Dia dos Professores, o G1 pediu aos seus leitores que enviassem relatos
sobre docentes que transformaram a vida de alunos e do lugar em que estudam.

É o caso da professora Luciane Maria Molina Barbosa, 30 anos, que,
capacitando professores videntes (que enxergam), dá orientação para
lecionar alunos com deficiência visual e assim transforma a vida de
muitos estudantes cegos de várias cidades da região do Vale do Paraíba,
em São Paulo. Além disso, ela também ajuda individualmente pessoas com
problemas na visão.

Uma das alunas beneficiadas por Luciane tem mais que o dobro da idade da
professora. Janete Effting, 61 anos, lecionou língua portuguesa durante
toda a vida e, há 15 anos, perdeu a visão devido a uma toxoplasmose.
"Eu, que já fui professora, sinto nela muita liderança, criatividade,
dinamismo e uma didática muito legal. É uma pessoa que admiro muito", diz

Ela diz que durante muito tempo ficou em casa sem fazer nenhuma
atividade e que depois de conhecer a professora Luciane aprendeu
rapidamente os caminhos da internet. "Isso ajudou a aumentar minha
autoestima, consigo me relacionar com as pessoas pelas redes sociais e
esta carta [relato] que enviei ao G1 foi a primeira que escrevi sem
ajuda em 15 anos. Desafio que venci graças a Luciane."


Janete Effting, 61 anos, professora aposentada
Leia a matéria completa em:
http://g1.globo.com/vc-no-g1/noticia/2013/10/escrevi-primeira-carta-em-15-anos-gracas-professora-diz-internauta.html?fb_action_ids=10201516417825045&fb_action_types=og.recommends&fb_source=timeline_og&action_object_map=%7B%2210201516417825045%22%3A536087203144784%7D&action_type_map=%7B%2210201516417825045%22%3A%22og.recommends%22%7D&action_ref_map=%5B%5D&ref=profile_open_graph

Uma História de sucesso: Louis Braille

Louis Braille, o jovem francês que revolucionou a vida dos cegos com a
criação do Sistema Braille, teve que travar grandes batalhas para que
seu feito fosse reconhecido e hoje, quase duas décadas depois, é
indiscutível o valor do legado que deixou para a humanidade. Percebam só:
"No início houve descrença quanto à veracidade do Sistema, diziam que
Louis decorava o que lhes ditavam e inventava o que escrevia. As pessoas
não acreditavam nele, nem mesmo o Governo Francês. Entre os professores
do instituto, que não eram cegos, não houve aceitação talvez por
sentirem seus cargos ameaçados ao se depararem com um sistema novo para
aprender. Contudo, aos 17 anos, se torna professor de álgebra,
gramática, música e geografia dessa escola. Com 19 anos adapta seu
sistema à notação musical. Em 1829, Braille tem 20 anos e apresenta-se à
inspeção militar. Fica "livre", segundo os inspetores militares, por
"não poder ler nem escrever". Continuou seus esforços no aperfeiçoamento
do Sistema e seu ensino. Falece aos 43 anos em 1852. Toda a Imprensa
parisiense ignorou a sua morte, e só em 1854 é que o Estado francês
adotaria o Braille como forma de comunicação oficial para os cegos."
Mas sua genialidade e seu esforço em fazer o melhor que podia, sem
desistir mesmo nos mais dolorosos momentos, foram responsáveis para seu
sucesso e nosso progresso acontecer!
Por isso não podemos desistir nunca!!! Louis foi o desbravador desse
caminho que hoje percorremos com tanta satisfação... E ele venceu!!!!
Venceu todas as batalhas, todas as descrenças, todas as injustiças... e
construiu uma linda história de sucesso, que hoje nos faz mais
independentes no mundo das palavras através dos pontinhos mágicos que
nos fazem descobrir o encanto e a beleza das palavras. Somos
privilegiados por poder tocar as palavras com os dedos e sentí-las com a
mente.

domingo, 20 de outubro de 2013

MEU DESABAFO: SITUAÇÃO OCORRIDA HOJE DURANTE A REALIZAÇÃO DE PROVA PARA PROCESSO SELETIVO DE PROFESSORES DE SP

LEIAM ATÉ O FIM. MEU DESABAFO SOBRE UMA SITUAÇÃO DE "EXCLUSÃO" QUE
VIVI HOJE DURANTE O PROCESSO SELETIVO DE PROFESSORES DO ESTADO DE SP.

Enquanto o Brasil se esforça pra "pregar" ideologias "baratas" de
inclusão das pessoas com deficiência em todos os espaços, nós, com
deficiência visual, ainda hoje continuamos a viver num "estado" de
direito sem leis e com muitas barreiras impostas por aqueles que,
diante de sua soberania, fingem praticar a mais nobre das atividades:
a solidariedade e o respeito com as diferenças.

Chego indignada, quase que revoltada, com o que acabo de vivenciar no
Processo Seletivo para Atribuição de classes e aulas 2014 da
Secretaria de Estado da Educação, cuja prova foi organizada e aplicada
pela FUNDAÇÃO VUNESP. Conheço muito bem a política dessa empresa,
tanto porque em ocasiões anteriores já cheguei a solicitar provas em
Braille que não vieram e tiveram que designar "qualquer" pessoa para
assumir a função de ledor, sem qualquer preparo. Pois bem... Diante
desses conflitos constantes, passei então a solicitar provas com
auxílio de ledores, que são pessoas designadas especialmente para
assumir a função de ler a provA EM VOZ ALTA e, ainda sem que se tenha
o preparo suficiente, pelo menos são avisadas e informadas que
assumirão essa função durante a aplicação do concurso público. E foi
justamente essa a solicitação que fiz para a FUNDAÇÃO VUNESP ao me
inscrever nesse proCesso seletivo. Cumpri todas as exigências que
cabiam a mim, inclusive de entregar, na data determinada, um laudo
médico contendo o CID da minha deficiência. Ora, se pedem tal
documento, deveriam pelo menos saber interpretá-lo corretamente, já
que sou cega e isso está descrito no laudo/atestado médico, ou será
que pensam que eu estou brincando de não querer enxergar? Se bem que,
nesse caso era bom mesmo nem ver certos acontecimentos...

Estudei para a prova, me preparei como qualquer candidato, mesmo tendo
que fazer um esforço quase que sobrenatural para conseguir as obras da
bibliografia básica disponíveis em formato acessível. Tenham a certeza
que estudar para um concurso público não é tão símples assim, pois
além de ler, entender, anotar e compreender todos aqueles conceitos e
conteúdos, temos que antes disso adaptar as obras para nossa
necessidade, tais como digitalizá-lass, corrigí-las ou solicitá-las em
alguma instituição que forneça livro falado ou livro em Braille e isso
demanda tempo e desgaste físico e mental. Afinal já deve ser do
conhecimento da maioria das pessoas, que não temos a disponibilidade
de entrar numa livraria e adiquirir um livro no formato acessível para
nós, como qualquer pessoa faria em condições normais.

Feliz de que toda a etapa pré-avaliativa tinha sido superada e de
posse de todo conhecimento necessário para participar desse processo
seletivo, entrei enfim para responder as 80 questões que me eram
designadas, numa folha completamente lisa para mim, porém que tomaria
seu formato e seu significado através dos olhos daquela que foi
designada minha "ledora" para esse momento. Chego na sala e fui muito
bem recebida pela ledora, a mesma do ano anterior, que relatou ter
escolhido essa função porque gostou bastante de ter podido contribuir
com o seu trabalho. Senti que ela estava bastante feliz ali, nessa
função tão necessária para nós, e eu também estava contente pela
alegria dela, pois ela faria o possível para que a prova transcorresse
bem.

Cabe destacar que a minha formação é em pedagogia e em deficiência
visual, mesma disciplina que escolhi atuar e, portanto, minha prova
versava sobre questões gerais da educação no Estado de São Paulo,
legislação geral e específica na área da inclusão e parte específica
relacionada à deficiência visual. A parte específica, ao meu ver, é a
única parte capaz de avaliar os conhecimentos desse profissional em
sua atuação, caso contrário nem seria necessário diferenciar as áreas
de atuação. Passamos bem pelas duas primeiras partes da prova, ou
seja, os dois terços iniciais. Quando chegamos na parte específica,
justamente a parte que me avaliaria para a atuação em Deficiência
visual e cujo teor faz parte, obrigatoriamente, da minha formação
específica, eu simplesmente fui ignorada pelos organizadores dessa
"aberração" de prova.

Eu, uma profissional braillista, ligada diretamente a formação de
professores e ao ensino do Braille, usuária desse sistema de leitura
tátil e escrita, simplesmente fui impedida de resolver quase que 1
décimo da prova por pura "incompetência" da FUNDAÇÃO VUNESP que
apresentou algumas questões em formato de imagem, como é o caso da
foto de um texto em Braille para que a gente descobrisse o que estaria
escrito e cujas 5 alternativas eram resultado dessa transcrição. Outra
questão baseava-se na foto de um soroban para que descobríssemos qual
era a operação realizada ali. Outra, ainda, imagens de pessoas guiando
cegos, imagens de aparelhos diversos, e mais imagens de Braille. Isso
tudo para medir um conhecimento superficial, mas de maneira muito
desigual entre quem enxerga e quem não enxerga. Pra completar, a
ledora, que ficou bastante constrangida, tentava descrever e apontar
algumas letras em Braille que estavam estampadas na minha camiseta.
Sem sucesso, pois jamais tinha entrado em contato com tal código e não
havia recebido formação nem para ler textos em Braille, nem para
demonstrar operações em soroban e, muito menos, para descrever outras
imagens contidas na prova. Fiquei bastante sensibilizada com o
constrangimento dela, diante daquilo que não conseguia descrever. Mais
dois coordenadores foram chamados e, numa tentativa frustrada,
perceberam que sem preparo e sem nenhuma adequação era mesmo
impossível prosseguir. eles também tentaram e eu, quase num desespero
contido, busquei ensiná-los, no improviso, o que era Braille e como as
letras eram formadas e como fazemos pra registrar números no soroban.
Não deu...

E agora como eu fico? Fui visivelmente prejudicada por não ter tido
tratamento igualitário para a realização da prova. Pela FUNDAÇÃO
VUNESP não respeitar os meus direitos de acesso à informação, mesmo eu
tido comprovada minha deficiência visual. Queria, de verdade, saber,
se basta apenas copiar de uma Convenção da ONU que os Princípios que
alicerçam os direitos da pessoa com deficiência são justamente o do
desenho universal e o da não discriminação, para cobrar em uma de suas
questões dessa prova. Será que basta saber assinalar uma alternativa
correta, reforçando a não discriminação e, na prática, discriminar
tanto assim? Se essa avaliação fosse medir o grau de inclusão pra se
trabalhar com educação inclusiva, realmente vocês teriam nota 0. Quero
aqui deixar o meu protesto, quero aqui pedir providências urgentes,
inclusive, quero meu direito de responder dignamente as 80 questões
dessa prova, com respeito. A contradição que vemos é justamente do
processo seletivo ser destinado à atuação com pessoas com deficiência
e a própria pessoa com deficiência ter seus direitos tolhidos. De que
educação inclusiva o Estado fala? Qual é essa educação inclusiva que o
Estado tanto prega se depois de formados, esses alunos, futuros
profissionais, terão tantas ou mais dificuldades do que eu tive hoje
ao realizar essa "simples" prova.

Onde fica a capacitação desses fiscais, que vão com a cara e a
coragem, e muita boa vontade, mas sem lhes oferecer o suporte
adequado?

Mostra pra gente São Paulo, na prática, que inclusão vocês querem
prevalecer? Mostra pra gente que não somos tolos em pensar que esse
foi mais um dentre tantos equívocos que tenho presenciado na luta por
uma educação inclusiva de qualidade?

Querem nos avaliar sem quaisquer critérios de inclusão, quantificando
nosso saber e desqualificando nossa formação e nosso conhecimento.
Queremos deixar de ser invisíveis como essas fotografias foram pra mim
hoje, nessa prova. Queremos mais cidadania, menos barreiras e mais
dignidade!


Solicito, urgente, providências para que eu tenha o meu DIREITO de
responder todas as 80 questões dessa prova. Ou será que esse processo
seletivo quer mesmo deixar pra fora as pessoas com deficiência visual?

Não vou permitir que mais essa "injustiça" seja considerada apenas um
"mal entendido", vou lutar até o fim!!!

VAMOS FUNDAÇÃO VUNESP, VAMOS SÃO PAULO MOSTRAR A VERDADEIRA INCLUSÃO
NA PRÁTICA OU ESTÁ TÃO DIFÍCIL ASSIM ASSUMIR QUE SOMOS CIDADÃOS?


Luciane Maria Molina Barbosa
Pessoa com deficiência visual; pedagoga com especialização em
atendimento Educacional Especializado (UNESP - Marília), vencedora do
IV Prêmio Sentidos para pessoa com deficiência.
www.braillu.com
http://facebook.com.br/braillu
braillu@gmail.com

sábado, 21 de setembro de 2013

Décima quarta e décima quinta aulas de Braille em Cruzeiro

A décima quarta e décima quinta aulas do curso de Grafia Braille em
Cruzeiro foram realizadas, respectivamente, nos sábados 14 e 21 de
setembro.

O objetivo das aulas foi reforçar, ainda mais, o aprendizado sobre a
escrita de texto, o uso dos sinais de pontuação e as vogais com diacrítico.

Na aula do dia 14, a atividade consistiu num ditado de texto e na
transcrição de palavras. Já na aula que ocorreu dia 21, a atividade
apresentada foi a transcrição de um texto em Braille de duas páginas, em
comemoração do Dia da Árvore. Em seguida solicitei que copiassem as
palavras acentuadas em Braille.

Algo bastante positivo que criei foi uma tabela com o modelo das letras
em Braille impressas em negro na folha transparente, de acetato,
simbolizando ora a posição de leitura, ora a posição de escrita. fiz
também uma marcação para identificar a lateralidade.

Parabéns pelo empenho pessoal!

Hoje também comemoramos o Dia de Luta da Pessoa com Deficiência:


A chegada de uma das mais belas estações do ano, a primavera, marca
também o surgimento do Dia de Luta da Pessoa com Deficiência,
comemorado, em todo Brasil, no dia 21 de setembro. Essa data vem
celebrar a luta pela beleza da vida e o renascimento das
reinvindicaçções por uma sociedade mais acessível e por um atendimento
digno em todos os setores.

As manifestações em busca do fortalecimento do processo de mudanças para
melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência vem reforçar,
ainda mais, a necessidade de transformação de uma cultura baseada na
exclusão. Por isso, desejamos que essa data não sirva apenas para
lembrar as dificuldades, mas, acima de tudo, para relembrar e comemorar
as nossas conquistas!!!

#DiaDeLutaDaPCD

Décima Sexta aula de Braille em Tremembé

Na última segunda-feira (16) realizou-se a décima sexta aula do curso de
Grafia Braille em Tremembé.

A atividade consistiu na escrita em Braille de um texto ditado pela
professora, com o objetivo de colocar em prática todo o conhecimento a
respeito dos sinais de pontuação e letras com diacríticos.

Em seguida, a atividade proposta tevem como objetivo a criação de frases
em Braille, por meio da escrita autônoma sem rascunho em tinta.

Também forneci uma tabela contendo o modelo de todas as letras em
Braille para ser utilizada nas atividades da aula.

Vamos reforçar ainda mais a escrita de textos em Braille! Até a próxima
aula!!!!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Décima Quinta Aula do curso de Grafia Braille em Tremembé

A décima quinta aula do curso de Grafia Braille em Tremembé, realizada
na última segunda-feira (02), foi destinada à revisão das letras
acentuadas e dos sinais de pontuação, símbolos que ainda provocam
dificuldade no momento da escrita e da leitura.

Entreguei para cada cursista um texto simples de duas páginas para que
fizessem a transcrição sem uso do modelo das letras do cartão, ou seja,
sem a famosa "colinha". No texto "Meios de Comunicação" foi possível
encontrar todos os sinais de pontuação e todas as vogais com diacrítico.
A dedução foi bastante utilizada para dar sentido ao texto e,
possibilitar a transcrição das palavras acentuadas. Por outro lado, a
dedução é uma aliada para a memorização das letras e, consequentimente,
para reconhecer a configuração imediata de uma palavra completa.

Durante a aula também dei a devolutiva individual com relação às
atividades entregues, corrigidas e as que ainda faltam entregar. Tirei
algumas dúvidas quanto às correções e os erros mais frequentes cometidos
durante a escrita e finalizei a aula com um pequeno ditado, que iremos
continuar no próximo encontro.

A turma está surpreendendo... os cursistas já conseguem ler e escrever
com muita precisão!

Aula 13 do curso de Grafia Braille em Cruzeiro

A décima terceira aula do curso de Grafia Braille em Cruzeiro, realizada
sábado (31), foi marcada por muito aprendizado, dinamismo e comemoração.

a atividade proposta teve por objetivo revisar, mais sistematicamente,
as letras do alfabeto Braille, tentando memorizá-las sem uso do modelo
no cartão, ou seja, sem a famosa "colinha".

entreguei para cada cursista 3 caça-palavras em Braille para que
pudessem encontrar as palavras escondidas entre as letras. Para essa
atividade não poderia haver transcrição das letras e o grau de
dificuldade foi aumentando de uma tabela para outra.

No caça-palavras 1, com tema comidas e no caça-palavras 2, com tema
animais, as palavras estavam escondidas, dispostas sempre na horizontal
e na mesma posição da leitura, ou seja, da esquerda para a direita. O
espaçamento era duplo e as letras se encontravam um pouco mais
distantes. Já no caça-palavras 3, com tema flores, o grau de dificuldade
foi ampliado, com palavras também na vertical e ao contrário, da direita
para a esquerda. O espaçamento também foi reduzido e as letras ficaram
mais juntas.

A cada palavra encontrada e circulada, a comemoração reinava na sala de
aula!!!

Em seguida, solicitei que copiassem, em Braille, utilizando reglete e
punção, todas as palavras encontradas durante a brincadeira.